sexta-feira, 30 de julho de 2010

Criadores apostam no aumento de consumo de carne de frango


Há uma boa notícia para quem produz frango. O preço da ave reagiu em julho. Em Minas, os criadores apostam que os dias mais frios do ano vão fazer o consumo da carne aumentar garantindo o lucro.

Produção vendida e com um preço bem melhor. Depois de um primeiro semestre difícil, era tudo que o criador Ueini Franco precisava. “Pelo menos nesse período mais frio. É a época do ano em que o Brasil tem mais consumo pelo fato de ter muitos pratos quentes com receita de frango”, explicou.

O valor do quilo do frango pago ao produtor independente chegou a R$ 1,55 em junho. Agora, está saindo a R$ 1,75. Os motivos da alta no preço do frango estão relacionados com o mercado.

“A tendência é de aumentar o consumo da carne de frango. Por ser a proteína animal mais barata do mercado, a cada ano tem aumentado o consumo de carne de frango”, esclareceu Geraldo Gonçalves, gerente comercial do abatedouro.

O preço em alta está movimentando todo o setor. Em uma cooperativa, a capacidade de produção será dobrada. “Nós vamos dobrar nossa capacidade de produção para atender à demanda dos nossos cooperados para não ter a necessidade de venda do frango vivo para outras regiões. Vender na nossa região mesmo, na nossa indústria”, disse Paulo Henrique Simão Penna, gerente de produção.

Fonte.:globoruraltv.globo.com/GRural

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Grelha



Muitos churrasqueiros preferem a grelha, argumentando que assim a carne é assada por inteiro não perde o suco, pois não é furada pelo espeto. Em nossos vizinhos do Mercosul a grelha é utilizada com maior freqüência do que o espeto. A grelha permite que se trabalhe com vários tipos de carnes ao mesmo tempo, além de outros complementos como queijo provolone, pimentão, lingüiças, tomates, cebola, morcilha, etc. A grelha favorece as carnes sem osso, em detrimento das carnes com osso como a costela. Portanto as carnes mais indicadas para a grelha são a picanha, a maminha, o assado de tira (tiras muito finas de costela), lingüiças, salsichões, chuleta, vazio ou fraldinha e o filé mignon.

Quando utilizar a grelha, é interessante ter pinças de metal compridas para virar e manusear a carne. Evite utilizar aquele garfo comprido de dois dentes, que é bastante comum para carnes, pois o suco pode sair pelos furos e a carne ficará mais seca e menos macia. Comece a grelhar a carne na parte mais quente da churrasqueira, tostando-a bem de um lado, e posteriormente vire a carne do outro lado para tostar. Depois, coloque a carne numa parte com calor menos intenso, para que ela asse até chegar no ponto desejado. Pergunte a seus convidados qual o ponto de carne que eles desejam, pois este será um fator fundamental no sucesso de seu churrasco.

Espeto



Para assar seu churrasco usando espetos, a dica é comprar espetos de aço inoxidável, que apesar de mais caros que os comuns são de melhor qualidade. Por não serem rugosos, eles são mais fáceis de limpar, mais duráveis e não soltam resíduos metálicos na carne. Escolha espetos de comprimento adequado à sua churrasqueira. Isto é muito importante, pois você evita se queimar na empunhadura do espeto e os espetos não cairão dentro da churrasqueira, o que poderá acontecer se eles forem muito curtos.

domingo, 27 de junho de 2010

Dica Carne Moída!



Carne moída é sempre uma ótima pedida, a melhor amiga do cozinheiro criativo. As crianças costumam gostar, é de rápido preparo, econômico e, melhor que tudo isso, dá para variar sempre.

Qual é o corte de carne ideal para moer? O patinho é perfeito, mas você pode mandar moer também, o coxão mole, coxão duro, músculo. Alguns cortes do dianteiro, como o acém ou paleta, também é muito bom e podem servir. Nesses casos, peça ao seu açougueiro, que tire todo o sebo, gordura e pelancas, antes de moer.

Importante:

• É imprescindível verificar a data de validade do produto, que, por lei, deve estar impressa no rótulo da embalagem;

• Não é recomendável adquirir carne com excesso de líquido dentro das embalagens, manchas esverdeadas, ou se a embalagem não estiver bem aderida ao produto

A carne bovina fresca tem características próprias, que a tornam fácil de ser reconhecida: Perceba se a carne tem a coloração vermelho-cereja brilhante, odor característico de carne fresca e uma certa elasticidade, capaz de fazê-la ceder à pressão dos dedos. A gordura deve ter coloração amarelo-clara, próxima à tonalidade da manteiga.

sábado, 22 de maio de 2010

Qualidade da Carne!



O termo qualidade encobre diversas realidades, variando segundo as características das pessoas que o empregam. O conceito de qualidade difere segundo o padrão de cultura do indivíduo, e varia de acordo com o espaço sensorial no qual ele evolui: produtor, transformador, distribuidor ou consumidor final.
Em todos os casos, entretanto, a qualidade pode ser conceituada como adequação de um produto ao uso para o qual foi concebido. Na cadeia produtiva de carne bovina, por exemplo, para a indústria de transformação o rendimento é fundamental. Já para o distribuidor, importa saber qual o tempo que a carcaça ou a carne se mantêm próprias para consumo. O consumidor, por sua vez, possui um conceito de qualidade que abrange aspectos variados, tais como, qualidade nutricional, qualidade higiênico-sanitária, qualidade do serviço e qualidades sensoriais.
Produzir carne de qualidade não é uma atividade simples. Cada elo da cadeia possui peculiaridades que são importantes e determinantes da qualidade ou sua ausência no produto final. É comum observarmos um excelente trabalho realizado em uma pecuária ser perdido no frigorífico, ou o trabalho deste ser perdido no supermercado ou ainda na residência do consumidor.
Há ainda aquelas pessoas que acham que a responsabilidade pela qualidade é do elo seguinte e não de todos.

Fonte.: www.fundepec.org.br/

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O que é Rastreabilidade?



A rastreabilidade de um animal consiste no acompanhamento e registro de todos os eventos, ocorrências, manejos, transferências e movimentações ocorridas durante sua vida, desde o momento de seu nascimento ou identificação até seu abate ou morte.

Fonte.:www.abiec.com.br/

Eficiência e boas práticas de produção da carne



A produção de carne a pasto, ao natural, está literalmente “virando a mesa” nas discussões nacionais e internacionais sobre qualidade da carne. Nada mais convincente que a saudabilidade da carne de um animal que se alimentou à base de capim sua vida toda. Mas como transformar esta realidade em valor agregado? Esta trajetória certamente envolve ações estratégicas de marketing e pleno conhecimento da cadeia produtiva da carne. Mesmo assim o mercado de carnes no Brasil tem evoluído muito nos últimos anos, desde a criação do gado como no setor de abate onde os pecuaristas e frigoríficos estão sempre buscando uma melhoria de seus produtos.

A sustentabilidade vem se tornando cada vez mais relevante não apenas por uma pressão direta de entidades da sociedade civil, como ONGs. Isso também acontece por uma mudança de atitude de diversos elos da cadeia produtiva.

A integração da cadeia produtiva da carne facilita as boas práticas e resulta em maior qualidade do produto final. Parcerias entre alguns elos da cadeia estão sendo consolidadas. No processo, é possível saber todo o percurso que o gado fez, desde o rebanho até a carne chegar pronta para o consumidor. Isto significa que a rastreabilidade, fundamental para a exportação, está crescendo no país.

A pecuária de corte é um dos setores produtivos com menor padronização no sistema produtivo. Há uma infinidade de tecnologias, opções. O aumento da eficiência do setor como um todo passa por adoção de técnicas mais produtivas, mais eficientes, com menor custo. É claro que teremos diferenças regionais e também diferenças de propriedade, em especial devido à escala.

Os benefícios de comer carne são inúmeros. Ao comer carne em uma base regular, você não vai apenas manter uma boa saúde do seu corpo, mas também irá fornecer-lhe a força para lutar contra várias infecções e doenças.

Afinal, a principal diferença de uma boa carne está mesmo na criação do gado ou a forma de cortar a carne? A carne deve ser cortada no sentido contrário às fibras. Basta manter a lâmina da faca em um ângulo de 90 graus (sentido transversal) com as fibras da carne. Com este procedimento garantimos que a faca faça o trabalho mais difícil (o de cortar as fibras) e o dente o trabalho mais fácil (apenas de separar as fibras). A título de esclarecimento, aquilo que chamamos de fibra da carne é na verdade um feixe ou fascículo de células musculares.

Alguns estudos mostraram que no momento da compra os consumidores, consideram a cor a ser o fator mais importante e determinante para a aceitabilidade do produto: eles preferem cortes de carne que são vermelho brilhante. A cor da carne é considerada como o principal aspecto no momento da comercialização (apelo visual).

Vista há algum tempo como a grande vilã da alimentação saudável, a carne vermelha possui componentes fundamentais para o bom funcionamento do nosso corpo, mas um alerta, prefira carnes magras, grelhadas e caso seja inevitável comer aquele churrasco, procure cortes sem muita gordura aparente, pois aquela tradicional gordurinha crocante que vem naquela picanha no espeto no rodízio é uma delícia, mas gordura em excesso não pode.

O saboroma da carne é aumentado com a idade do animal, sendo que em algumas espécies, a carne de machos inteiros apresenta sabor diferente. O sabor cárneo seria semelhante entre as espécies de açougue, entretanto, o que as torna diferentes é o teor e a qualidade da gordura presente em cada espécie animal. A gordura na carne bovina pode conter uma composição de ácidos graxos que torna a carne peculiar quanto ao sabor.